O Rock in Rio volta ao Rio de Janeiro nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro com uma edição que combina shows, novas estruturas, atrações fora dos palcos e experiências digitais. Ao longo dos sete dias, a Cidade do Rock terá mudanças na cenografia, novos espaços, espetáculos imersivos, gastronomia e ações pensadas para ocupar diferentes momentos da jornada do público.
A edição também mostra como o festival vem estendendo sua presença para antes da abertura dos portões. Uma das novidades é a primeira parceria com o Spotify, que usa o histórico de escuta dos usuários para indicar quais artistas do line-up têm maior compatibilidade com cada fã.
Na programação musical, nomes como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots fecham diferentes dias do Palco Mundo. O festival também terá apresentações de Gilberto Gil, Jamiroquai, Demi Lovato, J Balvin, Ivete Sangalo, Halsey, Gilsons, João Gomes e dezenas de outros artistas distribuídos pelos diferentes espaços.
Palco Mundo ganha 2.400 m² de LED

Uma das principais mudanças visuais acontece no Palco Mundo. Pela primeira vez, toda a estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de alta definição, criando uma superfície contínua para conteúdos visuais durante os shows.
O New Dance Order também terá nova cenografia. O espaço dedicado à música eletrônica terá 56,5 metros de largura, 22,5 metros de altura e 502 m² de painéis de LED. A programação inclui nomes como Steve Angello, James Hype, MEDUZA³, Fatboy Slim, ANNA, Alok e John Summit.
Fora dos palcos, algumas atrações conhecidas retornam. O espetáculo aéreo “The Flight” volta à programação com manobras acrobáticas e 756 disparos de fogos diurnos. A edição também terá roda-gigante, tirolesa, montanha-russa e outros brinquedos espalhados pela Cidade do Rock.
Espetáculos e espaços ocupam o intervalo entre os shows

Uma das estreias será “ECCO”, espetáculo desenvolvido em parceria com a LightWire. A apresentação combina bailarinos, projeções, áudio imersivo, holografia e figurinos com LED e fibra óptica. Serão cinco sessões por dia, com 20 minutos de duração e capacidade para mil pessoas em cada apresentação.
A Babilônia Feira Hype também retorna ao festival no ano em que celebra 30 anos. O espaço terá nova localização, próximo ao New Dance Order, com 20 tendas e 60 expositores durante os sete dias, além de DJs e uma instalação de arte urbana.
Na gastronomia, a Gourmet Square funcionará durante 12 horas por dia e terá oito restaurantes. A curadoria é assinada pelo chef Pedro Siqueira, e o espaço contará com Sìsì Pizza, Pepe Hot Dogs, Gurumê, TT.Burguer, Albis, Bora Baião, Chicharrón e Cumbuca.
Experiência do Rock in Rio começa antes do festival

Parte da estratégia para 2026 acontece fora da Cidade do Rock. A parceria inédita com o Spotify permite que os usuários descubram o nível de compatibilidade de seus hábitos de escuta com o line-up do festival. A ferramenta indica artistas relacionados ao gosto de cada pessoa, gera uma playlist personalizada e permite a criação de cards para compartilhamento nas redes sociais.
“O Spotify existe para aproximar as pessoas da música que amam, e essa colaboração com o Rock in Rio, que sempre foi um lugar onde histórias entre fãs e artistas acontecem, é mais uma forma de transformar essa paixão em experiências memoráveis. Com essa parceria, queremos mostrar que a experiência começa muito antes do primeiro show e continua muito depois do bis final”, afirma Ellen Rocha, Marketing Lead do Spotify no Brasil.
“Entender as tendências e o comportamento do nosso público é fundamental para criarmos experiências cada vez mais relevantes e personalizadas. Somos o primeiro festival da América Latina a realizar uma iniciativa como essa com o Spotify, reforçando nosso pilar de inovação e transformando a paixão nacional pelo Rock in Rio em uma nova forma de conhecer e se relacionar com o fã do festival. Essa paixão vai muito além dos dias de evento, ela influencia escolhas, desperta desejos e move comportamentos. […] É uma iniciativa que une tecnologia, música e comportamento para transformar dados de escuta em conexão e fazer com que os fãs comecem a viver o Rock in Rio muito antes da aguardada abertura dos portões.”, afirma Sara Gobbi, gerente de Growth Marketing da Rock World.
A iniciativa também terá uma etapa presencial no Terminal Alvorada, um dos principais pontos de chegada do público ao Parque Olímpico. Os fãs que participarem da experiência no aplicativo poderão acessar uma ação preparada pelo festival e pelo Spotify durante os dias de evento.
Outras iniciativas também ajudam a levar a identidade do Rock in Rio para além dos sete dias. A edição terá cerca de 400 produtos licenciados, além de coleções, itens oficiais e embalagens especiais. Dentro da Cidade do Rock, mais de 90 marcas estarão presentes, com mais de 100 ativações e cerca de 1 milhão de brindes previstos ao longo da edição.
“O mais legal é ver como o Rock in Rio consegue fazer parte da vida das pessoas de tantas formas diferentes. A música é o que nos conecta e está sempre no centro de tudo, mas essa relação não termina quando o público sai da Cidade do Rock. Ela continua em uma roupa, em um acessório, em um item que a pessoa guarda de lembrança e leva para a vida. Quando a gente olha para tudo o que os nossos parceiros estão criando para esta edição, são segmentos e propostas muito diferentes, mas todos encontraram a sua própria maneira de traduzir o Rock in Rio. Isso mostra a força dessa conexão que construímos com as marcas e, principalmente, com os nossos fãs ao longo de mais de 40 anos”, comenta Ana Deccache, diretora de marketing da Rock World.
“Quando temos marcas líderes ao lado de um festival que é líder em sua categoria, existe o compromisso de entregar sempre mais. E a gente brinca aqui que o melhor Rock in Rio de todos os tempos é sempre o próximo. Porque nós, juntos, temos a obrigação de entregar sempre mais para o nosso consumidor, nesse casamento entre marcas, criatividade e conteúdos pensados para eles,” adiciona Rodolfo Medina, vice-presidente de parcerias da Rock World.
O tamanho dessa operação acompanha uma história que já soma mais de 12,3 milhões de visitantes e 4.667 artistas desde 1985. Na edição brasileira anterior, em 2024, o impacto econômico estimado na cidade do Rio de Janeiro chegou a R$ 2,9 bilhões. Em 2026, o festival volta a combinar essa escala com uma Cidade do Rock cada vez mais ocupada por experiências que acontecem entre, antes e depois dos shows.
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