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Estudo mostra que 86% dos executivos planejam aumentar investimento em música e compra de catálogos

O investimento em música segue em alta entre grandes fundos e gestoras globais, com expectativa de mais capital, novos negócios e catálogos disputados.
Foto de Nathália Pandeló
Nathália Pandeló
  • 13/03/2026
  • 11:01
  • Tempo de leitura: 3 min
Catálogos de música se estabeleceram como ativos para investimento
Catálogos de música se estabeleceram como ativos para investimento (Crédito: Reprodução)

O investimento em música continua ganhando espaço nas estratégias de grandes fundos e gestoras globais. Um novo estudo internacional indica que 86% dos executivos que já investem no setor planejam aumentar seus aportes em direitos musicais e catálogos ao longo dos próximos 12 meses.

O dado faz parte do Music Investment Barometer, levantamento realizado pela consultoria Fourth Pillar, especializada em comunicação estratégica para empresas de entretenimento e música. A pesquisa ouviu 125 executivos e conselheiros seniores ligados ao mercado de investimento em música em cinco continentes.

Os resultados apontam um cenário de confiança cada vez maior. Catálogos, direitos autorais e fluxos de royalties passaram a ser vistos com cada vez mais clareza como ativos financeiros capazes de gerar um retorno consistente e previsível.

A música entra de vez no radar dos grandes investidores

O estudo indica que o investimento em música já ganhou reconhecimento institucional. Para 99% dos entrevistados, a propriedade intelectual musical passou a ser tratada como uma classe formal de ativos dentro das estratégias de investimento. Isso significa que catálogos de gravações, direitos editoriais e receitas de royalties estão sendo avaliados de forma semelhante a outros ativos consolidados, como imóveis, infraestrutura ou participação em empresas.

A pesquisa também revela que o movimento deve continuar crescendo. Ao todo, 78% dos executivos afirmam esperar aumento no volume total de capital destinado ao setor musical nos próximos 12 meses.

Catálogo musical Spotify, playlists MusicWatch

O perfil dos entrevistados ajuda a dimensionar o peso das respostas. Segundo o levantamento, 72% dos participantes ocupam cargos de managing director ou superiores dentro de suas organizações. Além disso, 86% estão no nível mais alto de liderança executiva, como CEOs e outros executivos responsáveis pelas decisões estratégicas. Isso indica que o estudo ouviu principalmente profissionais que participam diretamente das decisões sobre onde grandes volumes de capital serão investidos.

Juntos, os profissionais ouvidos supervisionam mais de US$ 3,24 trilhões em ativos sob gestão, o que coloca o estudo como um retrato importante do pensamento de investidores institucionais ligados à indústria da música.

Mercado de catálogos gera negócios de alto valor

Além do aumento esperado no investimento em música, o estudo também aponta que o ritmo de negociações segue forte. Sessenta e seis por cento dos respondentes afirmam que o número de oportunidades de negócio envolvendo direitos musicais aumentou em relação ao ano anterior.

Essas transações incluem a compra de catálogos de gravações, direitos editoriais e participação em receitas de royalties. Esses ativos se tornaram populares entre os investidores nos últimos anos graças à estabilidade das receitas geradas pelo streaming e pela execução pública.

Segundo a pesquisa, o investidor médio concluiu mais de uma transação por mês no último ano. O valor médio dessas operações chegou a US$ 87 milhões.

Quando questionados sobre o futuro dos preços nesse mercado, 51% acreditam que o tamanho das transações deve crescer nos próximos 12 meses. Outros 34% esperam estabilidade nos valores.

Mesmo com esse ritmo de negociações, três quartos dos entrevistados dizem que os preços dos ativos musicais ainda permitem novos negócios.

O mercado está otimista com investimento em música
O mercado está otimista com investimento em música (Crédito: Reprodução)

IA aparece como principal preocupação do setor

Apesar do otimismo geral, o estudo também identifica alguns pontos de atenção para os investidores. O principal deles é o impacto da inteligência artificial sobre a indústria da música. Para 42% dos entrevistados, esse é o tema que mais preocupa o setor no curto prazo.

Ainda assim, a percepção não é majoritariamente pessimista. A maior parte dos executivos acredita que a tecnologia pode trazer desafios, mas não necessariamente reduzir o valor financeiro dos ativos musicais.

Segundo os dados da pesquisa, 33% se dizem neutros em relação ao impacto da inteligência artificial sobre o valor de catálogos e direitos autorais. Outros 21% afirmam estar relativamente tranquilos com o tema, enquanto 4% dizem não ver risco relevante.

No balanço geral, o sentimento permanece positivo. Ao todo, 92% dos entrevistados afirmam estar otimistas ou muito otimistas em relação ao desempenho financeiro da música no médio e longo prazo.

Os resultados indicam que o investimento em música entrou em uma nova fase. Depois de anos marcados por aquisições bilionárias de catálogos, o setor parece consolidar sua posição dentro do portfólio de grandes investidores institucionais, com mais dados disponíveis, maior volume de transações e uma base crescente de capital interessado nesses ativos.

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