Antes da aprovação do acordo para a Lei de Inteligência Artificial firmado nesta sexta-feira (02), membros da indústria criativa dos países da União Europeia pressionaram os Estados a aprovarem a regulamentação da IA no bloco. O cenário político aponta para reformulações legais desde o impacto na propriedade intelectual com o uso do ChatGPT, da gigante Open AI, e Bard, do Google, sistemas de inteligências artificiais generativas.

Mais de 200 organizações da música, do audiovisual, da imprensa, da literatura europeia publicaram uma carta na quinta-feira (01) para que o texto da Lei de IA da UE fosse aprovado. Os principais pontos de reivindicação do setor criativo apontam para regulamentação sobre propriedade intelectual e direitos comerciais das obras.
“Essas obrigações representam uma base mínima para ampliar esforços no sentido de permitir que criadores e titulares de direitos europeus garantam que seus direitos estejam sendo respeitados e que uma autorização seja solicitada para o uso de seu conteúdo”, afirmam as organizações signatárias da carta aberta.



