A partir desta terça-feira (14), Liniker passa a integrar o quadro de acadêmicos da Academia Brasileira de Cultura ao lado de nomes como Zeca Pagodinho, Margareth Menezes, Alcione, entre outros. A cantora tornou-se imortal pela instituição e ocupa agora a cadeira de número 51, que antes era de Elza Soares. A cerimônia acontece no Rio de Janeiro.

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Nas redes sociais, Liniker oficializou o mérito publicamente através de um texto profundo, em que revela: “Nunca achei que seria possível ser considerada assim”. A cantora é uma nome expoente na música brasileira atual, com conquistas grandiosas como o Grammy Latino de 2022. Ela venceu a categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira com “Indigo Borboleta Anil“, tornando-se a primeira mulher trans homenageada.



