A Academia Orquestra Ouro Preto abre edital para jovens músicos, com idades entre 18 e 28 anos, desenvolverem seus talentos por meio da prática orquestral. As inscrições estão abertas até o dia 20 de fevereiro e oferecerem: uma vaga para violino, uma para percussão e, a grande novidade, uma vaga para maestro assistente. O edital com as informações completas e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da orquestra.
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Pautada na vivência artística, a Academia Orquestra Ouro Preto é um programa que visa dar oportunidade a jovens talentos para que experimentem a prática orquestral dentro de uma instituição reconhecida. Além do desenvolvimento técnico musical, os bolsistas ainda têm oportunidades práticas em concertos com a presença do público, além da possibilidade de participarem dos projetos desenvolvidos pela Orquestra Ouro Preto ao longo do ano. Desta forma, participar da Academia é uma experiência única, gerando vivências enriquecedoras com músicos e professores de reconhecida excelência.

Além de ensaios semanais em Belo Horizonte, os bolsistas aprendem com, talvez, o melhor dos professores, o palco. Entre gravações, concertos e aulas, os alunos absorvem, diretamente da fonte, lições riquíssimas com os líderes de naipes da Orquestra, o Maestro Rodrigo Toffolo e, muitas vezes, ícones da música brasileira, que são convidados eventualmente para projetos. Atualmente, 6 ex-alunos são protagonistas da formação principal e passaram por essa fase preparatória dentro da Academia antes de ingressarem oficialmente no corpo musical.
Inovação
A grande novidade para este ano é a vaga para maestro assistente. O candidato aprovado fará sua preparação junto ao regente titular e terá, como ferramenta prática, uma orquestra à sua frente, oportunidade que poucos têm durante seu período de estudo.
“Durante a fase de aprendizado, é raro um postulante à regência ter toda uma orquestra para reger. Aqui gostaríamos de propor esse método para que o futuro maestro ou maestrina inicie sua trajetória com uma carga de conhecimento suficiente boa para que guie concertos verdadeiros, não apenas recitais estudantis”, afirma Rodolfo Toffolo, coordenador da Academia.



